Training of community health agents in the city of Altamira (Pará), Brazil

Main Article Content

Lagerson Mauad Freitas
Maria Wanderleya de Lavor Coriolano‑Marinus
Luciane Soares de Lima
Lídia Ruiz‑Moreno

Abstract

Introduction: The development of the Family Health Strategy puts emphasis on the Community Health Agents (CHA) as an important social actor in the viability of the Unified Health System. Objective: To characterize the socioeconomic and demographic profile, the training process and educational role at the CHA in city of Altamira (PA), Brazil. Methods: This descriptive and exploratory study used to collect data a semi‑structured questionnaire applied to 63 CHA. Data were tabulated in Excel program and expressed as absolute and relative frequencies. Thematic analysis was used for questions related to the formation of the CHA. Results: The socioeconomic profile of agents showed similar aspects to those of the community assisted. Most of the participants consider that received the training to attend the legal attributions. The demands of training of CHA refers to specific knowledge about alcohol and drugs and health surveillance, technical procedures in health, communication, interpersonal relationship, ethics and professional identity. Educational activities conducted by CHA in the community involved lectures and home visits. Conclusion: It was observed the importance of normalization of the training process of the CHA to offer subsidies for the development of dialogical educational activities and contribute in the construction of the identity of this professional occupying a strategic place in Brazilian primary care policies.

Downloads

Download data is not yet available.

Article Details

How to Cite
Freitas, L. M., Coriolano‑Marinus, M. W. de L., Lima, L. S. de, & Ruiz‑Moreno, L. (2015). Training of community health agents in the city of Altamira (Pará), Brazil. ABCS Health Sciences, 40(3). https://doi.org/10.7322/abcshs.v40i3.791
Section
Original Articles

References

1. Tomaz JBC. O agente comunitário de saúde não deve ser um “super‑herói”. Interface (Botucatu). 2002;6(10):84‑7. http://dx.doi.org/10.1590/S1414‑32832002000100008

2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. O trabalho do agente comunitário de saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2000.

3. Silva JA, Dalmaso ASW. O agente comunitário de saúde e suas atribuições: os desafios para os processos de formação de recursos humanos em saúde. Interface (Botucatu). 2002;6(10):75‑83. http://dx.doi.org/10.1590/S1414‑32832002000100007

4. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Projeto Promoção da Saúde. As cartas da promoção da saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2002.

5. Fundação Oswaldo Cruz. Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio. Laboratório de Trabalho e Educação Profissional em Saúde. Projeto memória da educação profissional em saúde. Rio de Janeiro: Observatório dos Técnicos em Saúde; 2006.

6. Gil AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. São Paulo: Atlas; 2002.

7. Lakatos EM, Marconi MA. Fundamentos da metodologia científica. 7ª ed. São Paulo: Atlas; 2010.

8. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12ª ed. São Paulo: Hucitec; 2010.

9. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios: síntese de indicadores. v. 31. IBGE; 2011.

10. Dias S, Gonçalves A. Migração e Saúde. Rev Migrações. 2007;(1):15‑26.

11. Santana JCB, Vasconcelos AL, Martins CV, Barros JV, Soares JM, Dutra BS. Agente comunitário de saúde: percepções na estratégia saúde da família. Cogitare Enferm. 2009;14(4):645‑52.

12. Mota RRA, David HMSL. A crescente escolarização do agente comunitário de saúde: uma introdução do processo de trabalho? Trab Educ Saúde. 2010;8(2):229‑48. http://dx.doi.org/10.1590/S1981‑77462010000200004

13. Brasil. Lei nº 11350, de 05 de Outubro de 2006. Regulamenta o § 5o do art. 198 da Constituição, dispõe sobre o aproveitamento de pessoal amparado pelo parágrafo único do art. 2o da Emenda Constitucional no 51, de 14 de fevereiro de 2006, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004‑2006/2006/lei/l11350.htm. Acesso em: 17 jun. 2013.

14. Nunes MO, Trad LB, Almeida BA, Homem CR, Melo MCIC. O agente comunitário de saúde: construção da identidade desse personagem híbrido e polifônico. Cad Saúde Pública. 2002;18(6):1639‑46. http://dx.doi.org/10.1590/S0102‑311X2002000600018

15. Ferraz L, Aerts DRLC. O cotidiano de trabalho do agente comunitário de saúde no PSF em Porto Alegre. Ciênc Saúde Coletiva. 2005;10(2):347‑55. http://dx.doi.org/10.1590/S1413‑81232005000200012

16. Brasil. Ministério da Educação. Referencial curricular para o curso técnico de agente comunitário de saúde: área profissional saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2004.

17. Coriolano MWL, Lima MM, Queiroga BAM, Ruiz‑Moreno L, Lima LS. Educação Permanente com Agentes Comunitários de Saúde: uma proposta de cuidado com crianças asmáticas. Trab Educ Saúde. 2012;10(1):37‑59. http://dx.doi.org/10.1590/S1981‑77462012000100003

18. Brasil. Presidência da República. Decreto Federal nº 3.189/99. Fixa diretrizes para o exercício da atividade de Agente Comunitário de Saúde (ACS), e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D3189.htm. Acesso em: 17 jun. 2013.

19. Freire P. Educação e mudança. 8ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra; 1983; p. 79.

20. Vasconcelos EM. Educação popular e a atenção á saúde da família. São Paulo: Hucitec; 2006.

21. Mortimer EF. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências. 2ª ed. Belo Horizonte: Editora UFMG; 2011.

22. Brasil. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CES 1.133/2001, de 7 de agosto de 2001. Diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação em enfermagem, medicina e nutrição. Brasília: 2001.

23. Ruiz‑Moreno L, Sonzogno MC. Formação Pedagógica na Pós‑Graduação em Saúde no Ambiente Moodle: um compromisso social. Pró‑Posições. 2011;22(3):149‑64.

24. L’Abbate S. Educação em saúde: uma nova abordagem. Cad Saúde Pública. 1994;10(4):481‑90. http://dx.doi.org/10.1590/S0102‑311X1994000400008

25. Smeke ELM, Oliveira, NLS. Educação em Saúde e concepções de sujeito. São Paulo: Hucitec; 2001; p. 115‑36.

26. Silva JA, Dalmaso ASW. Agente comunitário de saúde: o ser, o fazer. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2002; p.240.