Curriculum guidelines for health and alterations in health and education models

Main Article Content

Carlos Otávio Fiúza Moreira
Maria Socorro de Araújo Dias

Abstract

Article produced from bibliographic research and questions formulated for a conference in the “Education in Health II” module in the Northeastern Network of Family Health Training, Professional Master’s program. The paper discusses questions from health and education fields related to the emergence of new health and training models; it analyses the National Curriculum Guidelines (NCG) from three courses in the health area (Medical School, Nursing and Dentistry) as expression of these new models for health and education. A crosscutting issue to the article is the relationship between health and education fields. For this purpose, we resorted to the field concept, developed by the sociologist Pierre Bourdieu. It is still considered the challenge of transforming the NCG in curriculums and programs, tools or devices necessary to transfer what is written to the teaching and learning scenarios.

Downloads

Download data is not yet available.

Article Details

How to Cite
Moreira, C. O. F., & Dias, M. S. de A. (2015). Curriculum guidelines for health and alterations in health and education models. ABCS Health Sciences, 40(3). https://doi.org/10.7322/abcshs.v40i3.811
Section
Review Articles

References

1. Bourdieu P. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil; 1989.

2. Bourdieu P. Razões práticas: sobre a teoria da ação. Campinas: Papirus; 2008.

3. Bourdieu P. Escritos de educação. Petrópolis: Vozes; 1998.

4. Brasil. Presidência da República. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: 1988.

5. Machado CV. Direito universal, política nacional: o papel do Ministério da Saúde na política de saúde brasileira de 1990 a 2002. Tese (Doutorado) – Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2005.

6. Paim JS. Saúde da Família: espaço de reflexão e de contra‑hegemonia. Interface. 2001;5(9):143‑6. http://dx.doi.org/10.1590/S1414‑32832001000200010

7. Pereira IDF. A formação profissional em saúde no Brasil pós‑1988: aspectos das Conferências Nacionais de Saúde e das Políticas Públicas. Dissertação (Mestrado) – Escola Nacional de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2013.

8. Rezende M. A articulação educação‑saúde (AES) no processo de formulação das políticas nacionais voltadas a formação de nível superior dos profissionais de saúde. Tese (Doutorado) – Escola Nacional de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2013.

9. Silva IZQJ, Trad LAB. O trabalho em equipe no PSF: investigando a articulação técnica e a interação entre os profissionais. Interface. 2005;9(16):25‑38. http://dx.doi.org/10.1590/S1414‑32832005000100003

10. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Coordenação de Saúde da Comunidade. Saúde da Família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Brasília: Ministério da Saúde; 1997.

11. Germano RM, Formiga JMM, Bezerra de Melo MN, Vilar RLA, Almeida Junior JJ. Capacitação das equipes do PSF: desvendando uma realidade. In: Castro JL. Gestão do trabalho no SUS: entre o visível e o oculto. Natal: Observatório RH‑NESC/UFRN; 2007. p. 105‑32.

12. Barrêto ICHC, Oliveira EM, Andrade LOM, Martins Junior T, Osawa M, Vicente A, et al. A Residência em Saúde da Família em Sobral: um ano formando especialistas em larga escala. Sanare: Rev Políticas Públicas. 2000;2(3):18‑28.

13. Ceccim RB, Feuerwerker LCM. O quadrilátero da formação para a área da saúde: ensino, gestão, atenção e controle social. Physis. 2004;14(1):41‑65. http://dx.doi.org/10.1590/S0103‑73312004000100004

14. Brasil. Ministério da Saúde. A educação permanente entra na roda: pólos de educação permanente em saúde: conceitos e caminhos
a percorrer. 2 ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2005.

15. Feuerwerker LCM, Costa HOG, Barbosa N, Khalil ME. O processo de construção e de trabalho da Rede Unida. Divulg Saúde Debate. 2000;22:9‑17.

16. Feuerwerker LCM. Algumas reflexões sobre o desenvolvimento do Programa UNI. Divulg Saúde Debate. 2000;22:63‑70.

17. Brasil. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília; 1996.

18. Martins RO. Entrevista: É hora de estabelecer as Diretrizes Curriculares. Rev Olho Mágico. 2004:4(16).

19. Maranhão E. A construção coletiva das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação da Saúde: uma contribuição para o Sistema Único de Saúde. In: Almeida MJ. Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos universitários da área de saúde. Londrina: Rede Unida; 2003.

20. Rossoni E, Lampert J. Formação de profissionais para o Sistema Único de Saúde e as diretrizes curriculares. Bol Saúde. 2004;18(1):87‑98.

21. Brasil. Resolução do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação Superior nº 4, de 7 de novembro de 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES04.pdf. Acesso em: 06 ago. 2013.

22. Brasil. Resolução do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação Superior nº 3, de 7 de novembro de 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES03.pdf. Acesso em: 06 ago. 2013.

23. Brasil. Resolução do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação Superior 3, de 19 de fevereiro de 2002. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES032002.pdf. Acesso em: 06 ago. 2013.

24. Parente JRF. Preceptoria e tutoria na residência multiprofissional em saúde da família. Sanare. 2008;7(2):47‑53.

25. Fundação Oswaldo Cruz. Educação à Distância. Curso de Especialização em ativação de processos de mudança na formação superior de profissionais de saúde. Cad Especializando. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2005.

26. Feuerwerker L, Costa H, Rangel ML. Diversificação de cenários de ensino e trabalho sobre necessidades/problemas da comunidade. Divulg Saúde Debate. 2000;22:36‑48.